Eis Destino!

Eis destino que pensamos que traçamos, porém já é traçado por ELE! Entregai-no integramente então, enfim, Criador!

Era Destino

Não sabia que uma rosa chorava muito menos que sorria. Nos olhares profundos de mel refletia o céu em meio a suas águas esverdeadas. Coloria em tons do arco-íris jardins de primavera a raízes de uma nova era. Em versos desatentos, teus verbos oscilavam destemidos sobre marés curtas diante mares indescritíveis. Será a solos áridos ou a caules secos sua aparição? Será que preferiria densos enluarados céu a nuvens enigmáticas?… Era discreta, imprescindível a momentos.

Preferia intervalos à vírgula para surgir, embora, desgastasse tempo! Passava por tardes serenas a sugestivas verbas que não calavam bocas em vogais. Era seriedade dentre silêncios gritantes diante lágrimas vazias, vadias, sem morada. Era sustento quando em mesa água carecia lábios adormecendo sonhos sem razão.

Em momentos se fez ilusão noutros ilustração a mostrar à cegueira dos vivos a importância de um coração que pulsa sem ao menos exigir alimento para sustentá-lo… Mas, apenas a luz para que o portador possa notá-lo dentro do peito.

Rosas florescem, nascem na conduta daquele que se permite solidão, pois, por mais que seja força sempre há um ponto de fracasso. Embora, árido possa ser o solo onde elas nascem cactos sugam águas e compartilham no imenso deserto ao seu redor. O mundo então não é feito de orgulho apenas daqueles que fazem feitos a se orgulhar de si mesmos por conseguir a conquistas.

Por isso, enquanto se cultivar haverá o signo da existência de cada um na vida seja a carregar fardos, pedras, conhecimentos, solidão, conquista, fé, amor ou gratidão… O importante é sentir que por caminhos passamos, tivemos a oportunidade de passar e ter o poder de observar o quão importante pudemos ser ao trilhar este destino!

 

Compartilhar artigo: